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Em que ponto a acumulação de mudanças imperceptíveis rompe a continuidade da identidade, tornando-a irreconhecível?
Quão sutil deve ser o desaparecimento do que sou para me tornar um estranho sem que ninguém perceba o momento exato da ruptura?
Qual ritmo de mutação é necessário para que uma transição para uma forma completamente diferente ocorra sem ser detectada pelos mecanismos de reconhecimento?
Como deve ser a progressão de uma metamorfose para aproveitar a cegueira à mudança e alcançar um estado de irreconhecibilidade total de forma imperceptível?




